Guga
Borba quando criança, em vez de jogar bola, preferia os esportes
radicais como o skate. Depois de tanto ralar os joelhos, decidiu
trocar seu skate por um violão. A princípio, aprendeu o ofício
sozinho, depois de quase um ano resolveu tomar aulas de violão erudito
com o professor Jarbas, mas voltou a estudar música sozinho. Em casa,
a proximidade com a música vinha do irmão mais velho que tocava
na banda Minhoka na Kabeça. Nos ensaios da banda, Guga se atrevia
a arriscar e rasgar notas nos instrumentos da banda. Depois de muita serenata
em janelas erradas, percebeu que poderia cantar além de tocar. No
bar Escorpions (Campo Grande), em um show do cantor Paulo Gê, Guga
então se apresenta pela primeira vez tocando em público. Depois
dessa experiência, Guga é convidado a integrar a banda Inverno
Russo. Nessa época dada a instabilidade de guitarrista solo na banda,
Guga se acostuma a cantar e tocar guitarra ao mesmo tempo. Quando Guilherme
Cruz entra na banda, Guga passa à função exclusiva
de cantor. Guga, Guilherme e Deco se mudam para São Paulo, e formam
a banda Belladona que grava cd (em 1997) pela Continental/East West/Warner
Music. Com o término da banda, Guga volta para Campo Grande com o
disco debaixo do braço, e passa a fazer shows solo pela cidade. Com
esse trabalho de divulgação do cd Belladona, a canção
'Senhorita' emplaca nas rádios regionais. Junto com André
Coelho e Leonardo Dog, formam a banda Naip. Além dos diversos shows
realizados com esta banda, Guga passa a trabalhar como produtor de eventos,
e realiza com sucesso vários deles. É também nesse
período que começa a praticar paginação eletrônica/arte
gráfica, trabalhando com artistas regionais como: Tito Guerra (PR),
José Alexandre e Everton&Evandro. Porém, antes de voltar
para Campo Grande, Guga compõe diversas canções (solo
e em parceria com Guilherme) que não integram o repertório
das bandas Belladona e Naip. Todas as trajetórias de amadurecimento
percorridas por Guga, impõem novos caminhos, e com o amigo Guilherme
Cruz formam a banda Filho dos Livres, com que obtém a chance de mostrar
todas as canções surgidas desse caminho, refletindo uma face
serena e sóbria de todo o aprendizado musical absorvido.
Discography:
Filho dos Livres República dos livres pensamentos [2007]
> Vocals, acoustic guitar, 10 string viola.
Márcio De Camillo Me deixar levar [2007]
> Vocals on: "Aqui agora crianças"
GerAções [2006] -
> Vocals on: "Solidão".
Oficina
de idéias [2006]
> Vocals, acoustic guitar and production on: 'Meu carnaval' (Filho dos Livres).
Filho
dos Livres
Meu carnaval numa outra estação de Natal [2005]
> Vocals, acoustic guitar, 10 string viola.
> Production and recording.
Novidade
Nativa [2005]
> Vocals and acoustic guitar on: 'Atol' (Filho dos Livres);
> Vocals, acoustic guitar and 10 string viola on: 'Divina' (Filho dos Livres).
Bônus
Track Coletânea de Rock-MS [2004]
> Executive production and Graphical project;
> Vocals and acoustic guitar on: 'Eclipse' (FilhodosLivres) and voice on 'Carta de amor' (Naip.);
> Incidental voice on: 'Terra que não é minha' (Solosolar) and 'Bônus track' (hidden track).
Naip. [2003]
> Vocals
Jerry
Espíndola e Marcello Pettengill O Que Virou [2003]
> Vocals on: 'O que eu não disse'.
Arara
Rara [2001]
> Slide guitar: 'Biguá' and 'Ponto X'.