Sinhá
(Guga Borba, Guilherme Cruz
e Marcello Pettengill)
É mais fácil acreditar,
quando planos não existem,
È mais fácil imaginar
que palavras rasgam o tempo,
que palavras rasgam o tempo.
Sinhá, me diga
Quer que eu te siga.
Sinhá, me diga
Se é minha sina.
É difícil de entender
se vontade ainda existe.
É difícil de aceitar,
em um novo dia eu vou mergulhar,
em um novo dia eu vou mergulhar.
Qual será minha torcida?
Minha vida é o meu lugar,
Vou traçar o meu caminho,
Sem espinhos, vou vagar,
Quem verá minha subida
Em minha sombra aconchegar?
Vou fundir o velho pinho,
com destreza vou cantar.